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CQC está de volta nesta segunda, na Band
O "CQC" reestreia nesta segunda-feira (12), na Band. O programa vem com algumas novidades, entre elas, será apresentado o novo repórter da atração, que ocupa a vaga de Oscar Filho, “promovido” à bancada no lugar de Rafinha Bastos.
O jogador Kaká participará da atração na estreia do quatro Nenfu, onde ele terá que acertar bolinhas em um alvo de uma altura de 15 metros. O jogador recebeu a equipe em Madrid, na Espanha.
O "CQC" exibirá também a matéria que Rafael Cortez fez durante o Oscar, que aconteceu dia 26 de fevereiro. O programa, liderado por Marcelo Tas, vai ao ar às 22h15
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Rafinha Bastos volta a TV aberta
Rafinha Bastos tem um novo emprego na TV aberta. O humorista, demitido do "CQC" no ano passado, fechou com a RedeTV e a contratação será anunciada nesta quinta, 1º, em um evento para a imprensa.
A emissora do empresário Amílcare Dallevo emprega Rafinha dias após perder o "Pânico na TV", programa de maior audiência da casa, para a Band.
Rafinha Bastos acerta com a Rede TV!
Segundo o portal IG, na tarde dessa segunda-feira (27), Rafinha Bastos se reuniu com representantes da RedeTV! para acertar detalhes de seu contrato.
Afastado da televisão há quatro meses, desde que se envolveu em polêmicas com a cantora Wanessa, o humorista vai voltar para TV aberta em breve.
Rafinha era um dos apresentadores do "CQC" e da "Liga", na Band, agora pode ocupar o lugar do “Pânico” na RedeTV.
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Top 10: O pior da TV em 2011
Ao longo de 2011 muita coisa ruim passou pela televisão. Para encerrar o ano "Os Observadores" elegeram os 10 piores momentos da TV:
10 - O APRENDIZ
A oitava edição deste reality da Record foi recheada de problemas, a começar pelo apresentador João Dória Jr. que cometeu vários erros de conhecimentos gerais e exagerou no tom do personagem durão. Os participantes, os mais fracos de todas as edições. No quesito audiência foi o pior resultado de todas as temporadas. Na decisão pelo prêmio de R$ 1,5 milhão, uma candidata que não sabia falar inglês teve que provar seu talento nos Estados Unidos.
9 - BBB
Nem a presença da transsexual Ariadna não foi capaz de colocar fogo no reality da Globo, o mais longevo e rentável da TV brasileira, que está de volta logo mais, em janeiro. Muitas brigas, namoros arranjados, discursos sem pé nem cabeça de Pedro Bial e falhas técnicas grosseiras. Enfim, mais do mesmo. Para quem se recusou a sintonizar no programa, o perfil do diretor Boninho no Twitter foi uma ótima opção de divertimento.
8 - A FAZENDA
O principal reality da Record começou muito animado e foi perdendo o pique até se tornar absolutamente tedioso. A estrutura engessada do programa, o apresentador insuportável, o despreparo da emissora e a obsessão pela audiência a qualquer custo. “A Fazenda” se tornou um reality absurdamente previsível, não apenas para os participantes como para o público.
7 - PROJETO FASHION
Adriane Galisteu viu-se, mais uma vez, diante do desafio de comandar um programa de televisão. Desde que saiu da Rede TV, passou pela Record, pelo SBT e chegou à Band, a loira não consegue emplacar uma atração, não alcança audiência suficiente para se manter e dizem por ai, tem uma personalidade extremamente difícil de lidar. A mais recente tentativa foi um reality show bem produzido, uma boa ideia, mas foi um fracasso completo de audiência, os motivos principais, a falta de sensibilidade da Band em escolher um dia e horário adequados para a atração. Já Galisteu não acrescentou nada. Dura, sem jogo de cintura, sem graça, lendo o texto que lhe coube, a apresentadora, mais uma vez, não disse a que veio.
6 - QUEM CONVENCE GANHA MAIS
A atração do SBT, que estreou de supresa nas noites de sexta, inspirado em um talk show venezuelano é de tremendo mau gosto. Apresentado pela despreparada e sem graça psicóloga Suzy Camacho que, para piorar conta com o apoio da participação de coisa ainda pior como a humorista Vida Vlat, a "Ofrásia", do pseudo jornalista, Felipeh Campos e do desconhecido Elias Matogrosso abusam da tragédia da vida alheia para dar ibope, mas até agora patina na audiência.
5 - MALHAÇÃO
A novelinha da Globo, no ar há 16 anos, nunca viveu momento pior, baixos índices de audiência, péssimo texto e atuações. Entra ano, sai ano e insistem em renovar o elenco e mudar o enredo, mas nada dá resultado. Já passou da hora de "Malhação" cair fora. Há muito tempo a novela não tem graça, começa e termina sem nenhuma conexão entre as temporadas é muita falta de criatividade. Já deu!
4 - AMOR E REVOLUÇÃO
Com a promessa de alavancar os índices de audiência do SBT, a novela foi um tremendo fracasso. Ambientada no período da ditadura militar no Brasil, a trama tinha uma boa intenção, trazer para o público a contextualização de um período da nossa história entrelaçado com uma bela história de amor. Mas não foi isso que aconteceu, o horário inadequado, texto carregado, fracas atuações, baixo investimento e falta de empatia com o telespectador deram a novela míseros pontos no ibope, muita crítica e repercussão negativa. Para tentar salvar a novela o autor, que tem a imaginação fértil além da conta, criou um beijo lésbico no meio da trama, mas o tiro saiu pela culátra, o público e mesmo a direção da emissora rejeitaram a história e não teve jeito o barco afundou de vez.
3 - MISS UNIVERSO
O concurso internacional pela primeira vez foi co-produzido por uma tv brasileira, a Band. Eram muitos os motivos para celebrar, afinal, o Brasil, em especial São Paulo, cidade onde ocorreu o evento, seria promovido, a representante brasileira no concurso poderia levar a faixa depois de tantos anos sem o título, a Band poderia ter mostrado capacidade em organizar um evento deste porte. Mas nada disso aconteceu, vergonha alheia é o que sentimos ao assistir a tramissão do concurso. As imagens captadas do Brasil foram as piores possíveis, edição mal feita, tudo de muito mau gosto. O cenário, a iluminação, o figurino, tudo horrível, assinaram o atestado de incompetência. A candidata nacional só ficou entre as finalistas porque é brasileira, mas na verdade estava entre as mais feias. O maior do espetáculo foi o número musical apresentado por Claudia Leitte. Cantando em inglês e em espanhol, cercada por bailarinos sem camisa, a cantora pode ter achado que era uma oportunidade de mostrar o seu talento para o mundo, mas foi apenas ridículo.
2 - DANIELA ALBUQUERQUE
A "apresentadora" e primeira dama da Rede TV! é o maior exemplo de que na tv brasileira tem muita gente ruim. A incompetência, burrice, falta de bom senso, simpatia e naturalidade estão presentes 100% nesta pessoa. Responsável pelos maiores micos da tv em 2011, dona de pérolas vergonhosas como: "imaginem se 11-11-11 caísse numa sexta-feira 13", "o ano tem 361 dias" o nítido desentendimento entre Daniela e Keila Lima na despedida da última, que foi trocada por Regina Volpato, entre tantas outras atrapalhadas que viraram motivo de piada na internet.
1 - RAFINHA BASTOS CQC
Sem dúvida nada em 2011 foi pior do que as piadas de mau gosto do humorista Rafinha Bastos, até então um dos apresentadores do CQC da Band. O também pseudo jornalista se viu envolto em imensa popularidade e começou a exagerar no tom do humor. Protagonista de situações de extrema falta de sensibilidade e respeito chegou a cometer crimes de racismo, preconceito e pra finalizar teve a capacidade de dizer que comeria a cantora Wanessa e seu bebê, ainda em gestação. Tal declaração rendeu a ele o afastamento do programa CQC e processos por parte de Wanessa e seu marido Marcos Buaiz. Mas o pior foi que o apresentador achou que estava na razão, não pediu desculpas e pelo contrário, fez piada de toda a situação. Definitivamente está na hora de cortar as asas desta criatura infeliz!
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Cuatro Cabezas invade a programação da Band
CQC, no ar desde 2008, A Liga, Agora é Tarde, que estreou recentemente e O Formigueiro, fora do ar desde o ano passado, são atrações produzidas originalmente na Argentina, pela produtora Cuatro Cabezas.
Com a audiência em alta do programa Custe o que Custar, média de 7 pontos, a emissora do Grupo Bandeirantes resolveu rechear sua grade com programas portenhos, adaptados para os brasileiros.
Depois do CQC foi a vez de O Formigueiro, apresentado pelo também integrante do CQC, Marco Luque. Esta foi a única adaptação que não alcançou bons resultados e foi tirada do ar.
A Liga, uma espécie de jornalismo super herói, chefiado por Rafinha Bastos, também aparesentador do CQC, tem atingindo com frequência o 3º lugar, com média de até 6 pontos no Ibope.
Segundo números do Ibope, o novo talk show de Gentili já superou em audiência duas tradicionais atrações da emissora, o Jornal da Band e o Brasil Urgente.
Nos próximos meses, o telespectador poderá conferir na Band uma nova produção da Eyeworks. O programa se chamará Mulheres Ricas e vai acompanhar o dia a dia de socialites, como Narcisa Tamborideguy. A produção do programa ainda está em fase de seleção de algumas candidatas com alto poder aquisitivo. O período de gravação deve durar cerca de três a quatro meses, segundo divulgou a Folha de S. Paulo.
Além de produzir o CQC em diferentes formatos para países latino-americanos, o Grupo Eyeworks está presente em 14 países ao redor do mundo. Com três anos e meio de vida em solo brasileiro, o escritório da Eyeworks em São Paulo conta com 140 funcionários.
Com bons resultados assim, a Band vai virar uma filial da Cuatro Cabezas. Onde estarão os criativos produtores brasileiros para criarem atrações nacionais?
Fonte: Comunique-se











