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Carrossel coloca SBT de volta ao segundo lugar
“Carrossel” não só impulsionou a média noturna do SBT em maio como também colocou a emissora na cola da Record na média-mensal. Apesar da irrisória diferença de seis décimos a favor do canal de Edir Macedo, as duas emissoras, segundo critérios de arredondamento do Ibope, estão empatadas na vice-liderança com 6 pontos.
Entre 7h e meia-noite, período que compreende a média-dia, o Ibope apontou: Globo 15.5, Record 6.3, SBT 5.7, Band 2.9, TV Cultura 1.1, RedeTV 0.8 e TV Gazeta 0.5. É o melhor resultado do SBT desde novembro de 2011 e o pior mês da Record desde dezembro do ano passado. Os dados são da Grande São Paulo.
Em comparação com abril, o SBT cresceu 11% em maio, passando de 5.1 para 5.7 pontos. No mesmo período, a Globo obteve crescimento de 5%, saltando de 14.7 para 15.5 pontos. A Record caiu 6%, passando de 6.7 para 6.3 pontos.
Professora Helena original vem ao Brasil conhecer elenco da versão nacional
À convite do "Programa do Ratinho", Gabriela Rivero, a professora Helena da versão original de "Carrossel" chega ao Brasil neste final de semana. Na segunda-feira (28), a atriz mexicana será recebida pelo elenco e vai conhecer as instalações da novela no SBT.
A equipe do Ratinho vai acompanhar toda a movimentação de Gabriela, desde sua chegada ao aeroporto. Na terça-feira (29), ela participa do "Programa do Ratinho", no mesmo dia, a professora Helena brasileira, Rosane Mulholland e a dupla Priscila e Yudi também participam da atração e cantam o tema de abertura da novela, "Embarque nesse Carrossel".
O assunto Carrossel, com a participação de Gabriela Rivero, é a arma de Ratinho na disputa pela audiência contra a estreia de "A Fazenda 5" na Record.
Esta será a terceira vez que a atriz vem o país, a primeira foi em 1991, quando a versão mexicana foi exibida com grande sucesso pelo SBT e Gabriela foi recebida pelo então presidente Collor. A última visita foi no ano passado, na comemoração dos 30 anos da TV de Silvio Santos.
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Estreia de Carrossel é sucesso de público e crítica
O remake brasileiro de “Carrossel” estreou nesta segunda-feira (21) no SBT. A trama surpreendeu em seu primeiro capítulo, exibido entre 20h29 e 21h19.
No ar na emissora de Silvio Santos entre maio de 1991 e abril de 1992, a versão original foi produzida em 1989 pela Televisa. O sucesso foi tanto que o SBT reprisou a novela três vezes: em 1993, 1995 e 1996.
De acordo com dados prévios do Ibope na Grande São Paulo, a estreia de “Carrossel” marcou 12 pontos de média com pico de 14. No mesmo horário, a Globo ficou com 35 e a Record com 7 pontos. No Rio de Janeiro a novelinha cravou 11 pontos de média e pico de 13.
Muitos telespectadores se sentiram voltando no tempo e relembraram períodos marcantes da infância ao assistir a estreia da nova versão de "Carrossel", no SBT. Nas redes sociais a novela foi dos assunbtos mais comentados. No Twitter os assuntos relacionados à novela tomaram conta dos "trending topics". Além da hastag "#Carrossel", os nomes de personagens também ficaram bem classificados, como "Cirilo", "Maria Joaquina" e "Professora Helena".
O cenário, a iluminação, figurinos, efeitos especiais e artes visuais também agradaram. As atuações foram muito bem e fiel aos personagens originais. Destaque para Profª. Helena, Dir. Olívia, Firmino e Prof. Matilde. Entre as crianças Cirilo, Maria Joaquina, Laura, Valéria e Paulo Guerra surpreenderam.
Embarque novamente nesse Carrossel
Um dos maiores sucessos da teledramaturgia mundial esta de volta ao SBT. O fenômeno “Carrossel”, produzido pela Televisa em 1989 e transmitido aqui no Brasil entre 1991 e 1992, ganha uma versão brasileira, assinada por Íris Abravanel, que estreia nesta segunda (21) às 20:30.
Quem tem mais de 20 anos não se esquece da dedicada e doce professora Helena (Gabriela Riviero), das travessuras dos alunos do Colégio Mundial e do inesquecível refrão “Embarque nesse carrossel, onde o mundo faz de conta, a Terra é quase o céu”. A novela e seus personagens permanecem até hoje na memória dos telespectadores, mesmo após duas décadas da exibição original.
O SBT aposta na boa receptividade dos telespectadores à releitura do clássico original e no roteiro de qualidade da versão original. Assim como na versão mexicana a trama terá como principal cenário o Colégio Mundial. Em terras tupiniquins, a meiga professora Helena ficará a cargo da atriz Rosanne Mulholland.
Ficha técnica
Baseada no original “Carrusel” de Valeria Philips, Lei Quintana e Abel Santacruz
Adaptação de Íris Abravanel
Supervisão de texto de Rita Valente
Com colaboração de Carlos Marques, Fany lima, Grace Iwashita, Gustavo Braga e Marcela Arantes
Direção de Luiz Antônio Piá, Roberto Menezes e Paulo Soares
Direção geral de Reynaldo Boury
Estreia: 21/05
Horário: 20h30
Elenco
Rosanne Mulholland - Professora Helena Fernandes
Adriana Alves - Paula Rivera
Adriana Del Claro - Clara Medsen
Ana Victória Zimmermann - Marcelina Guerra
Aysha Benelli - Laura Gianolli
Bruno Perillo - Isaac Rabinovich
Camila Raffanti - Lilian Guerra
Carlinhos Aguiar - Jurandir de Souza
Clarissa Drebtchinsky - Joana
Cris Bonna - Cristina Fernandes
Daniel Satixe - Frederico Carrilho
Déo Morales - Marcos Morales
Fábio Di Martino - Miguel Medsen
Fábio Dias - Roberto Guerra
Fernanda Concon - Alicia Gusman
Fernando Benini - Firmino Gonçalves
Gabi Saraiva - Rosa Ferreira
Guilherme Seta - Davi Rabinovich
Gustavo Daneluz - Mario Ayala
Gustavo Wabner - Professor René
Henrique Stroeter - Rafael Palillo
Ilana Kaplan - Matilde
Ithamar Lembo - Germano Ayala
Ivana Domênico - Eloísa Palillo
Jean Paulo Santos - Cirilo Rivera
Konstantino Atanassopolus - Adriano Ramos
Larissa Manoela - Maria Joaquina Medsen
Léo Belmonte - Jorge Cavalieri
Lilian Blanc - Dona Sara
Lívia Andrade - Professora Suzana
Lucas Santos - Paulo Guerra
Maísa Silva - Valéria Ferreira
Marcelo Batista - José Rivera
Marcelo Cunha - Ricardo Ferreira
Márcia de Oliveira - Graça
Matheus Chequer - Jonas Palillo
Matheus Ueta - Kokimoto Mishima
Nábia Vilela - Natália Ayala
Nicholas Torres - Jaime Palillo
Noemi Gerbelli - Diretora Olívia
Patrícia Pichamone - Rebeca Rabinovich
Paulo Gandolfi - Sr. Valentim Zapata
Pedro Osório - Alberto Cavalieri
Rennata Airoldi - Inês Carrilho
Silvia Menabó - Rosana Cavalieri
Stefany Vaz - Carmen Carrilho
Thomaz Costa - Daniel Zapata
Vitória Diniz - Bibi Smith
A Novela
A trama de “Carrossel” começa com o drama vivido pelos alunos da Escola Mundial. O ano letivo se inicia e os estudantes continuam sem aulas. Tudo porque a última professora da turminha desistiu dos alunos por causa do estresse do dia a dia.
Com aproximadamente 260 capítulos previstos, “Carrossel” entra em cena com a chegada à escola da professora Helena, que, mesmo sendo jovem, é bastante preocupada em oferecer a melhor formação possível aos alunos. Com seu jeito delicado, ela passa a ser a primeira docente a conquistar a simpatia dos alunos da turma do terceiro ano e precisará em diversas ocasiões enfrentar a rígida diretora Sra. Olívia, que não gosta da tolerância de Helena com os alunos.
Além de ter a confiança dos pequenos, a professora também se envolverá nos conflitos familiares e pessoais de cada um deles. Com isso, Helena se tornará amiga e conselheira das crianças.
Dona Matilde é a estressada professora de música das crianças. Ela não esconde que não suporta as travessuras de seus alunos. Enlouquecida, ela resolve abandonar a escola e acaba sendo substituída por Renê, que criará uma banda com os alunos do terceiro ano e mantém um romance com Helena.
Outra professora é Suzana, que será chamada para substituir Helena, no período em que ela estiver doente. Suzana também arrebata o coração das crianças e fará de tudo para ocupar o posto da titular do cargo e conquistar Renê.
Com meninos e meninas de diferentes crenças, classes sociais e raças, a novela retratará as crianças individualmente, levando em conta o jeito, a personalidade e as necessidades de cada um.
Tanto a versão original como a adaptação de Íris Abravanel tem como principal objetivo apresentar a realidade de uma sala de aula, focando nos conflitos reais do dia a dia dos alunos, como aquele estudante que tem dificuldade em se enturmar com os colegas e os diferentes tipos de bullying que ocorrem nas escolas.
Além dos dramas vividos pelas crianças no ambiente escolar, “Carrossel” também mostrará os problemas familiares. Porém, sempre a partir do ponto de vista das crianças, que contam aos professores seus medos, tristezas, preocupações e culpas. Com o desenrolar do folhetim, valores importantes para a sociedade serão exaltados, como a igualdade, o respeito e a amizade, levando o telespectador a refletir sobre temas atuais.
Origem
O SBT terá uma árdua tarefa pela frente: adaptar o sucesso mexicano de forma com que a versão brasileira não fique apagada em relação à original. Na época em que foi exibida, “Carrossel” arrebatou público, crítica e até consumidores, por meio dos produtos licenciados.
Adaptada a partir do texto da novela argentina “Jacinta Pichimahuida, la maestra que no se olvida”, transmitida nos anos 70, “Carrossel” fez tanto sucesso no México, que acabou tendo 375 capítulos produzidos. Pouco tempo depois, já fazia sucesso em vários países latinoamericanos. No Brasil, desembarcou em 1991 e logo caiu no gosto do público.
Transmitida na faixa das 20h, elevou os índices do SBT dos seis pontos para a casa dos 20 em apenas três semanas. O sucesso foi tão grande que, em junho de 1991, o folhetim infantil foi capa da revista Veja, com o título “A Virada do Dramalhão Mexicano”.
Gabriela Rivero, intérprete da professora Helena, foi convidada para visitas ao Brasil e foi recebida pelo então presidente Fernando Collor na rampa do Congresso Nacional. E o SBT e a Televisa lucraram com o sucesso comercial de “Carrossel”, aproveitando o momento para lançar produtos licenciados, como álbuns de figurinhas, brinquedos, revistas e discos.
A história dos alunos do Colégio Mundial acabou ganhando outras duas versões no México: “Carrossel das Américas”, em 1992, e “Vivan los Niños”, em 2003. Ambas não repetiram o sucesso da trama de 1989.
Autora e diretor
A carreira de Íris Abravanel como autora de novelas começou em 2008, quando ela foi convidada pelo marido Silvio Santos para ingressar no time de autores do canal. Naquele ano, ela escreveu “Revelação”, com supervisão de Yves Dumont.
Em 2009, Íris adaptou para a telinha a radionovela “Vende-se um Véu de Noiva”. No ano seguinte, começou a desenvolver o texto de “Corações Feridos”, trama exibida atualmente pelo SBT. A adaptação de “Carrossel” será o quarto trabalho da autora.
Já o diretor Reynaldo Boury começou a trabalhar na TV como cameraman na extinta Tupi. Mas foi na TV Excelsior que ele se destacou como diretor, ao conduzir os trabalhos de “Redenção”, novela que teve 596 capítulos. Migrou para a Globo em 1970, onde dirigiu “Irmãos Coragem”, “Minha Doce Namorada”, “Selva de Pedra”, “Sinhá Moça” e “Sonho Meu”. Em 2011, acertou com o SBT e dirigiu “Amor e Revolução”.
Conheça os personagens adultos de Carrossel
Carrossel estreia na próxima segunda (21), às 20h30, no SBT. Além das crianças que você já conheceu aqui nos Observadores, a novela conta também com personagens adultos. Confira quem é quem:
Adriana Alves – Paula Rivera (mãe de Cirilo)
Marcelo Batista – José Rivera (pai de Cirilo)
Nábia Vilela – Natália Ayala (madrasta de Mario)
Noemi Gerbelli – Diretora Olívia (diretora da Escola Mundial)
Pedro Osório – Alberto Cavalieri (pai de Jorge)
Ilana Kaplan – Matilde (professora de música)
Lívia Andrade – Professora Suzana (rival da professora Helena)
Gustavo Wabner – Renê (par romântico da professora Helena)
Henrique Stroeter – Rafael Palilo (pai de Jorge)
Rennata Airoldi – Inês Carrilho (mãe de Carmen)
Silvia Menabó – Rosana Cavalieri (mãe de Jorge)
Daniel Satixe – Frederico Carrilho (pai de Carmen)
Fábio Di Martino – Dr. Miguel Medsen (pai de Maria Joaquina)
Márcia de Oliveira – Graça (encarregada da limpeza da escola)
Renan Cussie – Jonas Palillo
Cristina Fernandes – Cris Bonna (mãe da professora Helena)
Fernando Benini – Firmino (porteiro da escola)
Cris Poli, a Supernanny, é a supervisora Bernadete
Marcos Morales – Déo Garcez (patrono da escola)
Gabi Saraiva – Rosa Ferreira (mãe de Valéria)
Ivana Domenico – Eloisa Palillo (mãe de Jaime)
Carlinhos Aguiar é Jurandir Souza, o mecânico auxiliar de Rafael na oficina
Rosane Mulholland a professora Helena
Elenco de Carrossel grava clipe no Playcenter
O elenco da novela "Carrossel" foi até o Playcenter para gravar as cenas que serão exibidas ao final de cada capítulo. No clipe professora Helena, a diretora Olívia, Maria Joaquina, Cirilo e os outros alunos da escola Mundial vão ao parque em um ônibus, brincam no carrossel e cantam a música-tema de abertura da novela.
"Carrossel" estreia na próxima segunda-feira (21), à 20h30, no SBT. A atração é uma refilmagem da novela mexicana, sucesso no começo dos anos 1990.
SBT intensifica as chamadas de Carrossel
O SBT está apostando tudo na versão brasileira de Carrossel, prova disso são as muitas ações de marketing para a estreia da novelinha.
Durante toda a programação são exibidos flashs de meio segundo no meio das atrações, além disso no canto do vídeo uma arte aparece constantemente anunciando a estreia para 21 de maio às 20h30.
Sem contar o apelo dos artistas da casa durante a apresentação de suas atrações, que convidam o público a prestigiar o folhetim.
Para completar, os telejornais da emissora fazem matérias sobre pautas ligadas ao enredo da novela. E ainda tem os teasers nos intervalos comerciais.
Confira algumas chamadas:
Cirilo
Daniel
Jaime
Marcelina
Valéria
Professora Suzana
Professora Helena e Diretora Olívia
Versão de Carrossel vai ser mais apimentada
Em sua nova versão, "Carrossel" vai continuar cafona e colorida, só que com mais "pimenta" e "romance".
Quase tudo segue igual no "remake" da novela mexicana, no ar a partir da segunda (21), mais de 20 anos depois de sua versão original arrebatar uma geração de crianças e ameaçar o reinado da TV Globo, concorrendo com o "Jornal Nacional".
Será mais uma tentativa do SBT de reavivar seu moribundo núcleo de teledramaturgia e de reaver o segundo lugar no horário nobre --a aposta é ressuscitar com uma roupagem mais brasileira a virginal professora Helena e seus alunos endiabrados.
Voltam às aulas agora Cirilo, o pobre menino negro esnobado pela rica e pérfida Maria Joaquina, a simpática gordinha Laura, o atrapalhado Jaime Palillo e companhia.
Eles terão 260 capítulos, cada um orçado em R$ 200 mil, valor considerado alto para uma novela no SBT, para aprender lições de toda a vida, em especial como lidar com o bullying numa época em que questões de raça e diferenças sociais podem soar pesadas ou delicadas demais num programa infantil.
"Tudo vai ser tratado com muita sutileza", diz o diretor Reynaldo Boury. "Nada vai ser explorado com violência. Será algo mais suave."
"Lembro uma vez que minha filha acordou chorando por causa do jeito com que a Maria Joaquina tratava o Cirilo", contou Íris Abravanel, mulher de Silvio Santos, que assina a adaptação do texto. "O preconceito vai existir, mas a gente não vai falar só disso. Vai ser só uma forma de lidar com a verdade."
Verdades e mentiras à parte, a nova "Carrossel" deve ser menos polêmica e dar mais atenção aos adultos.
NAMORADO E RIVAL
Helena, a professora meiga e encantadora do original, vai ficar mais moderna, uma "princesa do bem, toda transadinha", nas palavras de Abravanel, e ganhar um namorado e uma rival de peso.
Rosanne Mulholland se despe da casca grossa que ganhou nas reportagens de "A Liga" para sofrer como Helena nas mãos da vilã Suzana, vivida por Lívia Andrade --fora de cena, ela disputou o papel principal com a colega.
"A gente continua nessa disputa", diz Andrade. "Essa é a parte da novela que vai falar de inveja, do ego da mulher. Ela vai sempre tentar atrapalhar a vida da Helena."
A nova versão de Suzana (que era boazinha no original) e Renê, o professor de música que irá conquistar Helena, são personagens inventados pelo SBT.
Fora eles, os alunos da Escola Mundial continuam iguais, usando os mesmos uniformes medonhos e enlouquecendo os professores.
De radical, só o fim dos cachinhos de Maisa, apresentadora mirim que estreia agora como atriz e de cabelos lisos.
"Mudar o 'visu' um pouquinho é legal", diz ela, que interpreta a Valéria. "Não sou só aquela menininha. Estou gostando de trabalhar os trejeitos dela."
Fonte: Folha
Carrossel pode ter a participação da professora Helena original
Vinte e poucos anos depois de estrelar o seu maior sucesso, a novela "Carrossel", a atriz mexicana Gabriela Rivera, 47, diz em entrevista à Folha que está louca para ver a versão brasileira do folhetim, que estreia no SBT no dia 21.
Eterna professora Helena, Gabriela, que veio ao Brasil no ano passado, já tem outro convite da emissora de Silvio Santos para voltar ao país ainda neste mês. A visitinha pode render uma participação especial no "Carrossel" brasileiro, grande aposta da emissora em dramaturgia.
"Adoro saber que uma nova geração terá a oportunidade de ver essa novela tão linda", diz.
Casada, mãe de três filhas, Gabriela ficou um tempo afastada das novelas, mas voltou a trabalhar no ano passado. Está atualmente na novela "Coração Apaixonado", na Univisión, canal para o público hispânico nos EUA.
A atriz diz que não sabia que ainda era reconhecida no Brasil e que continua se espantando com o carinho do público em vários países.
Para ela, o segredo do sucesso de "Carrossel" é a simplicidade da história. "É uma trama sobre os problemas das crianças e uma professora sempre doce disposta a ajudar cada um dos alunos."
Gabriela diz ainda manter contato com o elenco infantil da novela, hoje já na casa dos 30 anos, via Facebook. "A atriz que fez a Maria Joaquina ainda atua em novelas, o intérprete do Jaime Palilo é advogado, e o Pablo virou engenheiro."
Para a atriz Rosanne Mulholland, que viverá a professorinha Helena na versão nacional, a Helena original tem um conselho: "Não tenha medo de dividir as cenas com as crianças e faça a personagem com extrema doçura. Esse é o caminho."
Fonte: Folha
Carrossel vai estrear com 90 capítulos já gravados
Com estreia marcada para o dia 21 de maio, às 20h30, "Carrossel" vai começar com uma confortável margem de folga em suas gravações.
A versão brasileira adaptada por Íris Abravanel já tem cenas gravadas para mais de 90 capítulos. Mas, vale lembrar que para esta novela a equipe do SBT não segue uma sequência nas gravações.
O elenco grava várias cenas que irão ao ar em capítulos diversos, por isso há material pronto para até quatro meses. Mas isso não quer dizer que todos esses capítulos estão finalizados.
Nesta última semana, por exemplo, a emissora gravou diálogos que devem ir ao ar nas primeiras semanas.
Esse formato visa a agilidade e redução de custo.
As novelas da Globo e Record, por exemplo, costumam estrear com margens de 15 a 25 capítulos concluídos. Com uma margem menor é possível ajustar a história conforme as rejeições e aceitações do telespectador.
SBT aposta na nostalgia de Carrossel para conquistar o público
Iris Abravanel, mulher de Silvio Santos e autora da adaptação de Carrossel, recorreu às boas lembranças do passado para explicar o motivo de levar ao ar a novela infantil que teve grande sucesso há mais de 20 anos. “Naquela época, tudo era diferente. As famílias se reuniam mais em volta da TV. Eu me lembro de ter assistido a primeira versão com as minhas filhas e sei que elas guardam boas memórias dessa época também. Agora, tudo mudou e para pior”, disse Iris em evento de lançamento do remake nesta segunda na sede do SBT, em São Paulo.
O discurso nostálgico da primeira dama do SBT ecoa a própria estratégia de programação da emissora, voltada a recuperar sucessos do tempo em que detinha a vice-liderança na audiência. Exibida no Brasil em 1989, a primeira versão nacional de Carrossel era inspirada numa novela mexicana produzida pela Televisa e chegou a ultrapassar o Jornal Nacional no Ibope algumas vezes. A nova adaptação vai novamente disputar a preferência do público com o telejornal global e vai ser exibida de segunda a sábado às 20h30 a partir de 21 de abril.
Mais do que simplesmente relembrar o passado, a tática do SBT é apostar em programas que exaltam a união familiar, o pilar dos valores da atual classe C, e fazer um contraponto ao conteúdo mostrado por outras emissoras. “Carrossel é uma pausa nas novelas que atualmente mostram muita violência”, diz o diretor Reynaldo Boury.
A novela começa quando a professora Helena, interpretada por Rosanne Mulholland, chega à Escola Mundial para ensinar 16 crianças que cursam o terceiro ano. Na adaptação, Iris conta ter usado sua experiência como professora do Ensino Fundamental para retratar o cotidiano dos alunos.
Por isso, a autora decidiu se manter fiel a um dos conflitos mais comentados na versão original, a paixão não correspondida entre Cirilo e Maria Joaquina. A menina loira e de olhos claros se empenha em espezinhar e humilhar as tentativas de aproximação do garoto por ele ser negro e de família pobre. “Isso é o que acontece no dia a dia das escolas. Meu apelido era lagartixa por que eu cresci muito rápido e era muito magra. Todo mundo já passou por isso, elaborou e hoje dá risada. Bullying perigoso é quando a criança maior oprime a menor o que torna a convivência escolar impossível”, diz Iris.
Os destaques do elenco devem ficar no núcleo infantil. Entre as crianças de 8 a 10 anos que interpretam os alunos da Escola Mundial, está Maísa Silva, de 9 anos, veterana da casa e famosa por protagonizar cenas hilárias ao lado de Silvio Santos nas tardes de domingo. Maísa interpreta Valéria, a preferida da professora Helena. Aysha Benelli, filha da cantora Simony, vive Laura, a garota gordinha e sentimental que vive repetindo: “Isso é muito sentimental!” O papel de Maria Joaquina é de Larissa Manoela a atriz-mirim revelação que atuou no filme O Palhaço, de Selton Mello.
Remake da novela Carrossel promete ser fiel à versão original
"Embarque nesse Carrossel". É com este mesmo slogan que O SBT lançou oficialmente, nesta segunda feira (7), na sede emissora, o remake da novela mexicana Carrossel, originalmente exibida em 1991 pelo canal.
Com a presença do elenco, do diretor Reynaldo Boury e da autora Íris Abravanel, a novela promete emocionar os telespectadores, uma vez que segue fiel a original, a começar pelas trilhas-sonoras e personagens. "É o projeto inovador da minha carreira, um acontecimento. Imagina gravar 17 crianças juntas. Elas sempre estão aprontando alguma", brincou o diretor.
Iris ressaltou que a ideia de adaptar a novela foi de sua filha, Daniela Beyruti, diretora artística do SBT: "antigamente a novela era vista pelas famílias, agora, nos tempos de hoje, as famílias não conseguem se reunir. A intenção é essa. Por isso nosso slogan: a novela que vai unir a família brasileira".
Quem está na faixa dos 25 a 30 anos deve se lembrar bem da novela. Afinal, quem nunca se encantou com a doçura da professora Helena e sentia pena do Cirilo, maltratado pelo seu grande amor, a esnobe Maria Joaquina. E por falar no casal, a autora afirmou que o preconceito será abordado da mesma forma no remake: "terá sim as cenas em que a Maria Joaquina destrata o Cirilo por ele ser negro e pobre. Vou abordar o mesmo assunto porque ele existe, é a realidade. Mas não vai ter nada de violento que choque o telespectador", afirmou Iris. O ambiente será adaptado na Escola fictícia Mundial.
Apesar de tentar seguir a versão original, Carrossel será adaptado para os tempos de hoje, por exemplo, com a inclusão de computadores, celulares e ipads. Além disso, a Professora Helena, papel de Rosanne Mulholland, viverá um romance, o que não aconteceu na novela mexicana. E ainda terá que disputar o amado com a Professora Suzana, a antagonista da trama, interpretada por Lívia Andrade.
Carrossel terá 260 capítulos. Estreia com uma frente de 80 capítulos gravados. "Vamos tentar levar algo positivo dessa história para as famílias", disse Iris Abravanel. Bandas consagradas no meio teen como Restart irão fazer participações especiais. Até o cachorro Rabito, que na versão original pertencia ao personagem Mário, terá na trama e já é considerado o xodó do elenco.
Carrossel estreia no próximo dia 21, às 20h30, no SBT
Fonte: Terra
Juliana Paes encarna Gabriela. Veja fotos
Com roupas sujas e cabelos desgrenhados, Juliana Paes encarna Gabriela no remake da novela da Globo, que tem estreia prevista para junho na emissora, na faixa das 23h. Veja mais abaixo novas imagens da protagonista divulgadas pela Globo.
A trama, assinada pelo autor Walcyr Carrasco, é ambientada na Bahia dos anos 1920 e será exibida no ano do centenário de Jorge Amado, escritor do livro que inspirou a série original - “Gabriela, Cravo e Canela”.
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Record pode produzir Maria do Bairro
Atualmente no ar no SBT em mais uma reprise, "Maria do Bairro" pode ganhar uma versão brasileira feita pela Record.
O folhetim mexicano estaria na lista dos possíveis próximos remakes da emissora. A novela protagonizada por Thalia é a que mais chances tem de sair do papel e ser produzida de fato.
Segundo a coluna Canal 1, a adaptação deve ficar por conta de Gisele Joras e direção de Edson Spinello, repetindo assim a dobradinha de "Bela, a Feia" e "Amor e Intrigas"
Entretanto, ambos já foram escalados para uma produção inédita na faixa das 22h.
Cheias de Charme, a nova novela das 7
A partir de 16 de abril, a Globo exibe, na faixa das 19h, a novela Cheias de Charme, uma fábula sobre sorte, talento, show business e, principalmente, amizade.
Escrita por Filipe Miguez e Izabel de Oliveira, com supervisão de Ricardo Linhares, direção de núcleo de Denise Saraceni e direção geral de Carlos Araújo, Cheias de Charme conta a história de Maria da Penha, moradora do Borralho, bairro fictício próximo a Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, com seu marido Sandro (Marcos Palmeira), o filho Patrick (MC Nicollas) e os irmãos Alana (Sylvia Nazareth) e Elano (Humberto Carrão), que ela criou quando seus pais desapareceram. O casal, que já foi apaixonado, hoje amarga uma grande desilusão. Sandro era pedreiro até sofrer um pequeno acidente, o que virou desculpa para não fazer mais nada.
Cozinheira de forno e fogão, honesta e caprichosa, ela é independente e nunca deixou faltar nada para o filho e os irmãos. Um de seus sonhos era a construção de um “puxadinho”, que seria alugado para auxiliar nas despesas. Juntou dinheiro, concluiu a obra, mas um fiscal da prefeitura bateu à porta dizendo que iria demolir a construção. A dona da casa havia entregado o dinheiro a Sandro para a regulamentação, mas o malandro gastou a grana com um churrasco para os pedreiros.
No trabalho, ela também não tem paz. Penha trabalha no condomínio de luxo Casagrande, na casa de Chayene (Cláudia Abreu), a rainha do forró. Sempre ríspida com os empregados, passou do ponto, insultando Penha. A doméstica não deixou em branco: deu queixa na delegacia.
Foi na polícia que Penha conheceu Cida (Isabelle Drummond), também doméstica no condomínio Casagrande; e Rosário (Leandra Leal), moradora do Borralho. A empatia foi imediata. Era o começo de uma grande amizade!
No dia seguinte, Penha ligou para o programa de rádio do Bom Dia D. Maria e contou, ao vivo, o que sua patroa havia aprontado. Foi um bafafá, que virou notícia em todos os jornais. O assunto também foi parar na justiça. De um lado Chayene, muito bem protegida pela Dra. Lygia (Malu Galli), advogada de um dos melhores escritórios de advocacia da cidade. De outro, Elano (Humberto Carrão), advogado recém-formado e irmão de Penha. A defesa tentava um acordo. A acusação brigava pela indenização. Estava claro que não chegariam a uma conclusão.
Dra. Lygia ficou impressionada com a sinceridade de Penha durante o julgamento. No dia seguinte, para a surpresa de Penha, Dra. Lygia ligou e pediu que ela fosse a sua casa...
Na casa de Penha, Patrick (MC Nicollas) vive reclamando que a mãe não tem tempo para ele. Os filhos de Lygia têm a mesma queixa. Alejandro (Pablo Bellini), o espanhol marido da advogada, não é tão encostado quanto Sandro, mas dinheiro só sai da bolsa da advogada. A diferença é que, além de ser dedicado ao casamento, Alejandro é um bom pai para Manuela (Beatriz Petrenchunk) e um bom padrasto para Samuel (Miguel Roncato). Sandro, por sua vez, é um mau exemplo para os meninos.
Por ter simpatizado com Penha, Lygia abandonou o caso de Chayene e ofereceu o emprego a ela, que aceitou na hora. Chayene fez o maior escândalo quando descobriu.
Empregada e patroa estavam mais ligadas a cada dia, mas a advogada deveria ficar parte da semana em São Paulo e só poderia aceitar se a empregada passasse a dormir no serviço. Penha aceitou o pedido. Não demorou muito para Penha descobrir o motivo de nenhuma doméstica parar na casa de Lygia.
Precisando desabafar, Penha recorreu ao colo das amigas Rosário (Leandra Leal) e Cida (Isabelle Drummond). O encontro foi na mansão da patroa de Rosário, Chayene, que estava viajando. A três começaram a conversar e, só para se divertir, toparam embarcar na ideia maluca de Rosário: gravar um clipe.
Naquele dia, elas nem sonhavam onde isso ia dar...
Último capítulo de "Vidas em Jogo" bate a Globo no ibope
Chegou ao fim nesta segunda-feira a novela “Vidas em Jogo”, da Record, com a revelação dos assassinos da turma do bolão. O palhaço era, na verdade, uma farsa. Apenas Ivan (Silvio Guindane) foi morto na cadeia a mando de Rita (Julianne Trevisol). A trama alcançou média de 18 pontos de média no Ibope. Às 23h04, Record e Globo empataram. Às 23h09, o placar era: Record 19,5 (pico) contra Globo 18,1. Quando a novela terminou, a estava com 20,1 e a Globo com 14,1. Os dados ainda são preliminares e cada ponto equivale a 60 mil domicílios na Grande São Paulo.
Após todos os personagens da turma do bolão desaparecerem ou serem dados como mortos, no dia do pacto Margarida (Amandha Lee), Francisco (Guilherme Berenguer), Marizete (Betty Lago), Jorge (Sacha Bali), Augusta (Denise Del Vecchio), Andrea (Simone Spoladore) e Severino (Paulo César Grande) reaparecem vestidos de palhaço e contam que tudo foi um plano de Adalberto (Luis Guilherme) para proteger os integrantes do bolão e descobrir se alguém estava disposto a matar um amigo por dinheiro.
Outro personagem do bolão da amizade que morreu foi Carlos (André Di Mauro). Após encontrar Wellington (Rick Tavares) na cracolândia, conta que ele é seu filho e que Cléber (Sandro Rocha) havia matado a mãe dele como vingança por ter sido expulso da polícia por sua causa. Resolve fumar crack para convencer filho a deixar o vício e acaba morto após uma parada cardíaca.
Regina (Beth Goulart) resolve enfrentar Rita (Julianne Trevisol) e ambas terminam presas. Adalberto (Luis Guilherme) decide deixar a bebida e tenta reatar com Zizi (Lucinha Lins), mas ela decide ficar sozinha. Durante visita a Rita na cadeia, responsabiliza-se pela prisão da filha.
Ernesto (Leonardo Vieira) decide ir para a Argentina após revelar a Divina (Vanessa Gerbelli) que é pai biológico de Jaqueline (Julia Tannus). No entanto, pede que ela não diga a Severino que a menina é sua filha.
O único momento realmente emocionante da novela foi o texto dito por Marizete (Betty Lago), que apareceu com os cabelos curtos e grisalhos. Ao falar por meio de sua personagem que os maior valores da vida são a amizade, o amor e não o dinheiro, causou comoção no elenco da novela, pois a atriz está em tratamento para curar um câncer na vida real.
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Vidas em Jogo
Com Máscaras Record quer alcançar os 20 pontos de audiência
Personagens complexos e épicos com envolvimento na política sempre permearam a cabeça de Lauro César Muniz. Com eles, o autor criou novelas antológicas como Escalada, de 1975, e Roda de Fogo, de 1986, ambas da Globo. Aos 74 anos, ele retoma suas obsessões e prepara-se para uma nova empreitada televisiva com Máscaras, seu terceiro trabalho na Record, desde que voltou à emissora, em 2006. "Gosto de trabalhar com liberdade. Este é um dos meus textos mais intricados", garantiu. Com andamento de thriller, contexto misterioso e longe de qualquer maniqueísmo, a nova novela aborda a real identidade das pessoas. Onde não se sabe mais quando o mocinho é o bandido e vice-versa.
Com estreia nesta terça-feira (10), a direção de dramaturgia da Record se apoia na identificação dos personagens com o público e na repercussão das outras novelas de Muniz para levar Máscaras aos 20 pontos de média de audiência. "O investimento é alto e temos um bom elenco. Sei que a história parece complicada, mas acho importante surpreender e fazer o público pensar. As novelas que estão no ar dão a impressão de serem todas iguais. Queremos ousar", ressaltou Hiran Silveira, diretor de teledramaturgia. Com cenas ambientadas no interior do Mato Grosso do Sul, na cidade de Dallas, no Texas, no Rio de Janeiro e a bordo de um transatlântico, Máscaras começou a ser gravada em janeiro deste ano, sob o comando de Ignácio Coqueiro.
O diretor comemora a terceira parceria com Muniz na Record - em 2006, a dupla realizou Cidadão Brasileiro, e se reencontrou em Poder Paralelo, de 2009 -, mas sabe das dificuldades de transpor para a tela as engenhosas sequências do texto do autor. "Não temos cidade cenográfica. Fazemos tudo em estúdio e externas. Os primeiros dias de trabalho, no navio onde se passam as cenas iniciais, foram bem complicados. É o tipo de locação onde fica difícil ter domínio da produção", admitiu o diretor, que gravou por 15 dias com uma equipe de 150 pessoas - entre elenco e produção - a bordo de um cruzeiro marítimo. Sem a necessidade de construir uma cidade para Máscaras, os investimentos foram concentrados nas tomadas externas, que representam de 30% a 40% de cada capítulo, e no desenvolvimento dos cenários nos estúdios do Recnov - complexo de teledramaturgia da Record, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo a direção da emissora, a logística de tantas externas onerou a produção, cujo o valor final de cada capítulo é de R$ 600 mil.
A trama conta a história de Otávio, de Fernando Pavão, um homem que tem a esposa, Maria, de Miriam Freeland, e seu filho, o pequeno Tavinho, sequestrados por motivos desconhecidos. "A base da história é o amor. Esse sentimento é só o início de uma aventura por um mundo secreto", antecipou Miriam. O desaparecimento acontece em um momento delicado, onde Maria sofre de depressão pós-parto e tem de encarar o passado com a volta de seu irmão, Martim, de Heitor Martinez, ao Brasil. "Ele passou muitos anos nos Estados Unidos. Retorna ao país com problemas financeiros, mas esconde a ligação que tem com uma organização internacional", explicou Heitor.
Liderada por Big Blond, de Jonas Bloch, a organização defende interesses de políticos e empresários americanos e brasileiros, que têm planos ambiciosos no país. Ao descobrir o envolvimento de Martim com o grupo, Otávio acredita que o sequestro é apenas o ponto inicial de uma conspiração. Na ânsia de reencontrar a mulher e o filho, o protagonista vai atrás de pistas sobre o paradeiro dos dois e acaba sendo perseguido pelo bando. Sem saída, Otávio forja sua morte e troca de identidade com o cunhado. Nessa jornada, usando a "máscara" de Martim, ele envereda pelo submundo do crime internacional e cruza com personagens indefinidos, como a destemida agente secreta Nameless, de Paloma Duarte. "É tudo muito surpreendente. A cada capítulo que leio, descubro mais coisas sobre o Otávio", contou Pavão.
Com mais de 20 novelas no currículo, Máscaras se torna representativa na carreira de Lauro César por se tratar de sua última novela no formato mais tradicional. O contrato do autor com a Record vai até 2014. No entanto, ele jura que agora vai se dedicar a escrever minisséries e trabalhos especiais. "Já não tenho mais idade para escrever 200 capítulos por obra. Considero essa novela como um testamento. Onde reúno tudo o que mais gosto e faço referências à toda a minha trajetória", assumiu.
A inspiração para Máscaras surgiu quando Lauro César Muniz avistou um transatlântico em alto-mar. O autor pensou na vida das pessoas que estavam no navio e na ideia de que ao embarcar, elas pudessem ser quem quisessem. "As pessoas têm a necessidade de serem outras, viver a fantasia de histórias que não são suas. E acho que o navio, ao deixar o continente, dá essa liberdade a elas. Representa uma fuga", filosofou o autor. Sofrendo de depressão pós-parto, Maria, de Miriam Freeland, embarca em um cruzeiro para tentar se recuperar, na companhia do filho, do marido, Otávio, de Fernando Pavão, e de Décio, de Petrônio Gontijo, psiquiatra e amigo da família. "Ele quer ajudar aquele casal. Inicialmente, é a única pessoa com quem o Otávio pode contar, mas guarda seus segredos também", adiantou Petrônio. Sem grande sucesso com a viagem, a família retorna à fazenda onde mora, no interior do Mato Grosso do Sul. É quando mãe e filho são sequestrados. Na busca por pistas sobre o paradeiro de Maria e Tavinho, Décio recebe um e-mail anônimo, pedindo para que ele e Otávio embarquem em outro cruzeiro. O remetente afirma ter notícias sobre o sequestro.
Além do mistério, esta outra viagem é a forma que o autor encontrou para apresentar os personagens secundários da trama, tipos que fazem exatamente o que Lauro César imaginou ao criar a história: forjam suas identidades. Como a prostituta de luxo Manuela, de Gisele Itié. Amante de Martim, de Heitor Martinez, seu sonho é voltar a morar no Brasil e montar um loja de roupas. No cruzeiro, ela conhece Caio, de Nicola Siri, um rico empresário que está de casamento marcado com Eneida, de Flávia Monteiro. "A Manu acredita que tirou a sorte grande e que vai conseguir deixar a prostituição! Mas o Caio, mesmo interessado por ela, tem outros planos e negócios com a Eneida", contou Gisele.
Outro triângulo amoroso, voltado para o humor, vai discutir o rumo das relações entre esposas e amantes. Casada há 25 anos com Evaldo, de Raul Gazolla, a decidida Nair, de Eliete Cigaarini, sempre soube das escapadas do marido. Ao embarcar no navio, ela não só descobre outro caso extraconjugal dele, com a sensual Yara, de Lívia Rossy, como também fica amiga da concorrente. "No meu núcleo, a traição é levada de forma cômica. Acho legal esse choque de realidade entre a amante e a esposa", divertiu-se Lívia.
Quem é quem
Família Benaro
Otávio (Fernando Pavão) - Marido de Maria (Miriam Freeland) e pai de Tavinho. O casamento apoia-se em bases sólidas de muito amor e entrega. Apaixonado e dedicado, cresceu no interior do Mato Grosso do Sul. É criador de gado e tem um rebanho de excelente qualidade.
Maria (Miriam Freeland) - Mulher de origem nobre, Maria casa-se com Otávio e passa a viver na fazenda, frequentando pouco o mundo onde cresceu. Isso a deixa insatisfeita. Um acesso de depressão pós-parto exige internação e cuidados psiquiátricos.
Martim (Heitor Martinez) - Irmão de Maria. Martim tem uma relação distante com a irmã desde que foi morar nos Estados Unidos. Volta ao Brasil alegando fugir de problemas econômicos, mas na verdade está envolvido com uma organização misteriosa, que tem um projeto ambicioso de ocupação de terras no país.
Décio (Petrônio Gontijo) - Médico psiquiatra amigo da família Benaro. Mantém uma clínica em uma cidade próxima à fazenda de Otávio. Recebe clientes da elite, mas vive um momento de dificuldades financeiras. É quem vai cuidar de Maria durante a depressão.
Olívia (Íris Brüzzi) - Governanta de confiança de Maria, a quem tem como filha. Fica doente após o sequestro da patroa.
Nameless (Paloma Duarte) - Jovem bonita e atraente, que pertence a uma misteriosa organização. Sem identidade e sem nome, acaba envolvendo-se com Otávio, achando que ele é Martim.
Manuela (Gisele Itié) - Inteligente e muito sensual. De origem pobre, acaba tornando-se prostituta de luxo. Tem um estranho relacionamento com Martim, com quem se reencontra no Brasil.
Família de Big Blond - A Organização
Big Blond (Jonas Bloch) - Chefe da Organização. Homem de dupla personalidade, esconde-se atrás desse codinome. Possui forte influência na política, é conselheiro de muitos deputados e senadores corruptos, além de manter negócios secretos no exterior.
Pulga (Giuseppe Oristânio) - É fiel a Big Blond. Por isso, é um dos protegidos do líder. Mesmo no mundo do crime, revela forte tendência para a emoção.
Novais (Bemvindo Sequeira) - Braço direito de Big Blond. Homem gentil, que esconde uma absurda capacidade de ações brutais.
Fausto (Carlos Bonow) - Fez um pacto com o Diabo de viver eternamente com o corpo fechado. Não entende bem o que está acontecendo à sua volta, mas é um fiel servidor do líder.
Toga (Marcello Escorel) - Advogado que resolve os problemas do grupo com habilidade. Um grande falsificador de documentos e dinheiro.
Família Anselmi
Caio (Nicola Siri) - Empresário bem sucedido. Conhece Manuela em um cruzeiro, onde viaja com a filha Luciana (Júlia Maggessi). Está de casamento marcado com Eneida (Flávia Monteiro), uma engenheira naval. O casamento dos dois unirá empresas para a realização de um grande projeto náutico.
Luciana (Júlia Maggessi) - Filha de Caio. Sua mãe morreu durante o parto. Foi criada pelo pai com todo o carinho. Eneida tenta conquistá-la, mas encontra dificuldades.
Eneida (Flávia Monteiro) - Mulher de personalidade muito forte. Está envolvida com Caio em prol de um grande projeto. Mas não sabe que Caio está apaixonado com Manuela.
Família de Evaldo
Evaldo (Raul Gazolla) - Casado com Nair (Eliete Cigaarini), pai de Letícia (Louise D'Tuani) e Marco (Jean Fercondini). Ex-policial, trabalhou em uma empresa de segurança e inicia nova vida como detetive particular. Se apaixona pela bela Yara (Lívia Rossy) e decide deixar a família para se casar com a jovem.
Nair (Eliete Cigaarini) - Um pouco mais velha que o marido, Evaldo, ela cria os filhos com carinho e dedicação. O marido não quer que ela trabalhe fora. Por isso, dedica-se ao lar.
Letícia (Louise D'Tuani) - Jovem e bela, viverá momentos complicados com a separação dos pais e no convívio com a madrasta.
Marco (Jean Fercondini) - Jovem inseguro. Tem na figura do pai a imagem do herói que deve seguir. Com a separação de Nair e Evaldo, mantém uma relação muito mais forte com o pai.
Yara (Lívia Rossy) - Bonita, simples e de bom caráter. Yara sofre quando conhece Nair, ex-mulher Evaldo, com quem vai se casar. Tenta a todo custo conquistar a simpatia dos filhos do futuro marido.
Família Sotero
Eduardo (Cécil Thiré) - Pai de Edu (Dado Dolabella). Juiz de Direito recém-aposentado, vive angustiado por ter uma relação pouco afetuosa com o filho.
Edu (Dado Dolabella) - Possui uma inteligência racional acima da média. Quase formou-se engenheiro, mas acabou trocando pela Física, e fazendo pós-graduação em Astrofísica. Mesmo com tantos atributos intelectuais, não consegue se estabilizar em nenhuma atividade profissional.
Elvira (Jussara Freire) - Mulher agressiva e solitária. No passado, foi condenada pelo assassinato de seu marido. Quer vingança contra o juiz Eduardo, que a condenou. Ela insiste que houve um erro judicial.
SBT aposta em Se Beber, Não Case para derrubar novela da Record
O SBT exibe nesta terça (10), na sessão "Cine Espetacular", um grande sucesso do cinema, inédito na tv aberta brasileira. Uma comédia que contagiou milhões de pessoas pelo mundo e já rendeu até uma segunda produção, "Se Beber, Não Case".
No filme, quatro amigos vão para Las Vegas a dois dias do casamento de um deles para realizar uma despedida de solteiro. Depois de uma grande noitada com muita badalação, eles acordam, na manhã seguinte, de ressaca e totalmente sem memória. Desesperados os quatro só sabem que um deles perdeu um dente, há um tigre no banheiro do hotel, um bebê no closet e que o noivo simplesmente desapareceu. Para descobrir o que ocorreu, eles tentam juntar as memórias e reconstituir os eventos da noite anterior.
A estratégia do SBT ao escalar o blockbuster é atrapalhar a estreia da nova novela da Record "Máscaras". Com um filme de peso, a sessão de cinema do canal de Silvio Santos que já registra boa audiência, em torno de 7 pontos, pode ver seus índices aumentarem. Na Record a expectativa é grande, o último capítulo de "Vidas em Jogo" registrou 19 pontos de média e ficou por alguns minutos em primeiro lugar, vamos ver se a sucessora vai ser capaz de segurar o ibope ao encarar esse mega sucesso de Hollywood.
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Avenida Brasil traz vingança como eixo principal da trama
Nesta segunda-feira (26/03), a Rede Globo estreia “Avenida Brasil”. A nova novela das nove, escrita por João Emanuel Carneiro e com direção de núcleo de Ricardo Waddington, narra a saga de uma jovem órfã, Nina (Débora Falabella), em busca da sua justiça. Quando criança, ela perdeu tudo depois de um golpe planejado e executado por Carminha (Adriana Esteves), sua madrasta.
Anos depois, após conquistar uma nova vida, Nina se vê pronta a retornar às suas origens e enfrentar sua inimiga. A trama se passa no fictício bairro do subúrbio carioca chamado Divino, onde as mulheres lotam os salões de beleza e os bailes de charme agitam as noites. Lá está localizado o Divino Futebol Clube, time da terceira divisão que revelou Tufão (Murilo Benício), um famoso ex-jogador do Flamengo. Tufão é pai adotivo de Jorginho (Cauã Reymond), um dos atletas do clube.
No geral, Fina Estampa foi apenas mais uma decepção
"Fina Estampa" foi sem dúvida um sucesso de audiência e popularidade. Aguinaldo Silva soube como nenhum outro ator vender seu peixe nas redes sociais. Griselda (Lilia Cabral) e Tereza Cristina (Christiane Torloni) ficarão na história como grandes personagens da dramaturgia brasileira.
Mas por outro lado, "Fina Estampa" foi uma decepção. Pessoalmente considero que no papel de Griselda, Lilia Cabral teve sua pior interpretação, o Pereirão não lhe caiu bem! Uma personagem chata, autoritária, intrometida e monótona.
Christiane Torloni eternizou Tereza Cristina como uma das piores megeras das história, mas ainda muito aquém da mega vilã Nazaré Tedesco.
O Renê (Dalton Vigh) foi sem dúvida o mocinho mais sem sal que já vimos na telenovela. O maior destaque foi indiscutivelmente Croadoaldo Valério (Marcelo Serrado). Ao lado do Zoiudo Baltazar (Alexandre Nero), essa dupla proporcionou ao telespectador bons momentos, hilariante.
José Mayer fez o ridículo Pereirinha, e Júlia Lemmertz a sensível Esther. Dan Stulbach fez o chato Paulo.
Destaques ainda para Marco Pigossi, Sophie Charlotte, Adriana Birolli, Dira Paes, Malvino Salvador, Monique Alfradique e a maravilhosa Eva Wilma.
O português Paulo Rocha foi uma boa revelação da trama como Guaracy. Uma vergonha também foram as atuações de Carlos Machado, Caio Castro, Dudu Azevedo, Marcelo Brou, Sandro Pedroso, Carol Macedo, Suzana Pires, Guilherme Leicam e Júlio Rocha.
Milena Toscano, Cris Viana, Guida Vianna, Wolf Maya e Totia Meirelles foram meros figurantes. Arlete Salles é outra que fiocu diminuída. Vilma não disse ao que veio e uma personagem tão boba não pedia por uma atriz tão consagrada. Foi inútil também a participação de Helena Ranaldi (como Chiara) e Letícia (Tânia Khalill) perdeu toda a credibilidade, depois que desistiu de casar com Juan Guilherme (Carlos Casagrande) só porque a ex-mulher dele havia retornado ao Brasil.
Carolina Dieckmann tentou dar a volta por cima após a Diana, de "Passione" (2010), mas não foi desta vez. Uma atuação afetada, cheia de caretas, beicinhos, igual a tudo o que ela já fez na vida.
"Fina Estampa" abordou bons temas, como a prostituição juvenil masculina (com Leandro, vivido pelo bom Rodrigo Simas), o preconceito social, a aceitação de uma transexual (a Marida de Aluguel Fabrícia, interpretada por Luciana Paes), a violência doméstica, a gravidez na adolescência. Mas tudo foi se diluindo e ficando pelo caminho. E a novela chegou ao fim extremamente sem conteúdo. E como toda novela, o fim deixou a desejar, e não poderia ser diferente. O problema é que nunca aprendemos e sempre queremos mais!







